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Sobre Alquimistas, Sumérios e o Planeta Estrela

Sobre Alquimistas, Sumérios e o Planeta Estrela ...Quando o futuro virar presente o passado estará de volta... (by Daniel Estefani - DaniCircoSolar)

A Primeira Estação de um Homem ( ou sobre a necessidade premente de que inexistam balas perdidas )

A Primeira Estação de um Homem ( ou sobre a necessidade premente de que inexistam balas perdidas ) Não há mais ciranda nesta roda Não se fala mais: amigo! mas ainda nasce gente, gente e para a gente eu tenho a arma deste som, onde grito alto ao destino: _ Nenhum arranhão neste menino! Que nunca soltou pipa ou girou pião pois já nasceu ficha desprezível neste vil cassino e é por isto que eu tenho a arma deste som e grito alto ao destino: _ Nenhum arranhão neste menino! De onde surgirá a esperança feita de rumor e Sol alegria solta que persigo palavras com que armo o meu menino que grita alto e bom som ao desatino: _ Nenhum arranhão no meu destino!!! (by Daniel Estefani - DaniCircoSolar)

Sobre o Quanto nos Querem Burros

"A Revolução Russa popôs-se a criar o "paraíso socialista" (...) Na teoria, todos tinham direito a habitação, emprego, comida, escola e ópera. Mas a dieta era parca e o povão queria consumir mais. Daí a necessidade do que Churchill chamou de Cortina de Ferro, para não deixar que os russos bisbilhotassem o que consumia o mundo capitalista decadente. (...) Foi uma besteira, pois  não houve maneiras de impedir um povo educado de ver o que acontecia do lado de fora.  (...) Os  governantes brasileiros  fizeram muito melhor. Abriram tudo, viaja-se à vontade. Mas não cometeram os erros dos russos.  A garantia de isolamento do país está em uma educação de péssima qualidade e a conta gotas. Assim nasceu um cortina de burrice , muito mais eficaz, pois somos um país isolado do resto do mundo." (Claudio de Moura Castro - em "Cortina de Burrice - ensaio para 'Veja' de 17-11-10).    Quem, entre os professores do ensino fundamental e médio, s...

SOBRE A LIBERDADE CONTRA OS DADOS (Ou uma Breve Conversa com Karin Cavalheiro, Maria Victoria e Noam Chomsky).

Os governantes ao manipularem a opinião pública, buscando confundir a população sobre o real significado dos “direitos humanos”, visam somente ocultar desta enorme massa de desvalidos intelectuais, o fato de que os direitos básicos da pessoa humana e da personalidade, devem ser uma realidade para todos: aplicável, disponível e não somente uma bandeira em favor de criminosos como nos querem fazer crer as avalanches publicitárias, a serviço de interesses capitalistas mercantis cujos beneficiários, tem estreitos laços com nossos lideres mundiais.A concepção de direitos humanos difere dos direitos do cidadão, o primeiro é universal e teórico, o segundo é variável e depende das qualificações individuais que cada sujeito adquire, ou com elas nasce, exercendo assim prerrogativas dentro da ordem jurídica nacional na qual está inserido. Ou seja, muitas vezes, as Cartas Magnas nacionais não integram a declaração dos direitos universais do homem em sua totalidade, coadunando pouco com es...

Manifesto Lusitano:

Palavrasas

Ouço o som do que passa é  infinito o som dos passos do pássaro no espaço o som que sigo que digo no espaço que abriga meus passos o pássaro é o som do vento que fica. Fim?

Três Fragmentos Sobre o Amor: os Cavalos, o Jardim e as Lembranças.

I Os Cavalos - O amor em sua frágil e fugaz composição, aceita e no entanto, não suporta a distância. Vive à memória e à sombra de um ruído interno angustiante. Sonha desencilhar-se e livre, montar o pensamento como quem cavalga a esmo, sabendo desenhar com as pontas dos cascos curados, as sobras da face delicada do ser desejado: figura de névoa e imaginação, por vezes sussurro por outras grito, areia varrida por serpente ligeira, a paixão esta jura que anuncia: 'sempre havera morte nos olhos dos amantes sinceros, dos cavalos selvagens e dos humanos quadrúpedes'. II O Jardim - O querer em seu retorno ao jardim: neblina envolvente em manhã tardía, evaporou aos raios de um insinuante Sol. A sobreposição dos tijolos que dão forma à aurora de todos os dias, murou o coração, que lento e perturbado, finalisou sua fase turva e inquieta, permitindo-se pensar de olhos abertos e, abraçando com suaves bocejos o apagar da última estrela no fim da madrugada. Ao alvorecer: um claro mar,...